Se lá acontece, cá não haveria de ser diferente

No post anterior, falei sobre as operadores de telefonia celular e a audiência pública sobre venda de dados pessoais de pessoas (quero dizer, congressistas); algo que, salvo a Brasil Telecom, foi negado pelas operadoras. Hoje, o blog America in Transition reporta que funcionários da Verizon Wireless acessaram indevidamente os registros telefônicos de um telefone de Barack Obama.

Bom, se nos Estados Unidos acessa-se os registros de um Senador dos Estados Unidos e (isto parte meu coração) futuro Presidente dos Estados Unidos, por qual razão cá haveria de ser diferente?

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