Não tão rápido, muchacho!

O Supremo Tribunal Federal (STF), uma corte de justiça não muito simpática aos direitos individuais, determinou que o Banco Central não pode quebrar o sigilo bancário de um ex-diretor de banco estadual. Para o relator, ministro Marco Aurélio de Mello (a única coisa que presta no STF), "a quebra desse sigilo somente pode acontecer por ordem judicial, visando a investigação criminal ou a instrução processual penal."

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